segunda-feira, 31 de outubro de 2016

1/3 não votou em candidato

Um terço dos eleitores não votou em nenhum candidato pelo que ouvi no rádio hoje de manhã. A notícia induzia a que pensássemos ser um protesto. Protesto? Quem nulifica voto, quem se abstém, quem não comparece em sua seção eleitoral com o fito de não escolher alguém, não protesta; apenas, apoia a maioria que elegeu o candidato. Inexiste neutralidade em pleito eleitoral. A diferença é que quem escolhe o líder na campanha, ou não, o faz voluntariamente e assume a responsabilidade pelo voto registrado. Não deixa de escolher um dos postulantes ao cargo de, por exemplo casual, prefeito e abriga-se numa débil couraça de quem busca não ter 'culpa' na eleição. Não é protesto é puerilidade em assumir a responsabilidade política que temos todos. Alguém tem de ser erigido ao cargo posto em disputa. E a eleição é a forma para que, todos que tem o poder do voto, façam-na. E o fazem, deliberadamente votando em candidato. Ou assim não procedendo, mas, então, acedendo com a vontade prevalente. De outra banda, efetivo e gizado protesto foi de, majoritariemente, a população votante não guindar petistas a prefeituras de capitais brasileiras. Tão somente Rio Branco teve essa ousadia. Protesto do votante - não tanto alienado como se pensava - que rechaçou o partido de proverbial perniciosa atuação. Eis o verdadeiro protesto.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Fugidio

Amor, 
Solamente uno conozco.
Y ni quiero mas!
A mí basta tu.
Que foge, que some por vezes.
Mas sempre,
Ily.