segunda-feira, 31 de março de 2014
A culpa é tua
sexta-feira, 28 de março de 2014
Vela com sopro do lado. Só do lado e não a atinge
Minha memória afetiva é fogo. Tendo a preferir o velho ao novo. O velho ê meu conhecido, já desfrutei de poucas e boas com ele. No Olímpico velho de guerra, por exemplo. Tenho história com ele, vividas nele. E bota história e bota guerra nisso.
O velho já conheço, tenho relação de amizade; lembranças mil. Gosto do terminal antigo do Salgado Filho porque me lembro do tempo em que voar, andar de avião, não era bem assim. Hoje em dia, é pouco mais que andar de ônibus.
Lembro-me de que não havia vidro na sacada do segundo andar, víamos as pessoas caminhando- finger muito menos tinha- da porta até a aeronave. E abanávamos, gritávamos boa viagem. E o embarcante ouvia e sorria; era um familiar querido de quem também me lembro.
Depois, foi posto vidro e criados restaurantes e lancherias caras. E quando fou instalado elevador? Bá, como ficou bom.
A efetividade na comparação do antigo que é bem nosso com o novo que é impessoal- mas também de muita gente-é prejudicada.
A manutenção do Olímpico , até quando? , e do aeroporto velho, até quando? , é a nossa chama de reminiscência que teima em não se apagar.
Não é assunto e ponto

quarta-feira, 26 de março de 2014
A capital e seu dia de anos
terça-feira, 25 de março de 2014
Teclas suspensas sobre o carrinho de compras
De quando em vez, é valioso rever-se sobre o que já se escreveu. Seja para não incorrer no mesmo erro (e entediar os pretensos eleitores com o mesmo tema), seja para examinar a opinião e o enfoque dados num pretérito, ou nem tanto, momento da vida. A releitura tem seu valor.
No meu caso, não raro, verifico que a mensagem externada seria facilmente reproduzida em momento atual, como sendo uma forma de pensamento sedimentado. A propósito, quando é posto 'no papel' é porque já houve reflexão suficiente sobre o assunto. Um bom exemplo, é a contrariedade à exibição do BBB que, a bem dizer, desde a primeiríssima edição já contou com meu desagrado.
Há 'posts' em que nem se opina, simplesmente é feito um apanhado de algo trivial da vida, sem pretensões filosóficas e existenciais maiores. Digamos que apenas uma poética combinação de palavras, ludicamente conjuradas contra a sisudez das áridas temáticas.
Tem-se hipótese de feitios de escrita para todos os gostos, mesmo para os mais desmotivados e inibidos a escrever. Portanto papel na mesa e lápis na mão. Ou caneta. Ou dedos no teclado.
PS: terminando o texto na fila do súper.
Petrobrás (bem) caída
Correspondente
segunda-feira, 24 de março de 2014
Soares x Gentili x Bastos
Boas mudanças advêm do interesse do Sbt em introduzir um programa de entrevista em sua grade televisiva.
Foi-se o tempo em que Jô Soares reinava sozinho. A piora começou com sua ida à Globo e a constância de presença de atores daquela emissora. Todo santo dia tinha alguém de novela - com mais conteúdo como Tony Ramos e Eva Wilma, ou menos conteúdo como o notório burrão Caio Castro - falando. Isso uma hora enche a paciência.
Com o surgimento do Danilo Gentili como apresentador no coincidente horário, motivou a migração de telespectadores, como eu, saturados com a monotemática global. A proposta já era dinâmica na Band, no Sbt então nem se fala. É animada a coisa, alto astral.
Jô, perto dos oitenta anos, certamente, deve ter cansado já. Desmotivou-se.
Rafinha Bastos, da Bandeirantes, conseguiu não deixar a peteca do horário de fim de noite, início de dia cair. É uma ótima opção de entretenimento e informação, até mesmo aqueles que lhe torcem o nariz pela mal fadada história de 'comer uma certa mãe grávida ' que nem me lembro mais quem é.
Gostei da iniciativa de redes menos poderosas de ousarem e confrontarem a toda-poderosa Globo. Ousaram e se deram bem, tal qual já acontecera com Mulheres Ricas opondo-se ao BBB.
Ao horizonte, misturam-se o cinza do asfalto ao gris do céu pedrento
Melhorando a vida
Se há uma força capaz de tirar as pessoas do marasmo, para o bem ou para o mal, tal é a internet. Com suas variadas redes sociais e as múltiplas curtidas e vastos compartilhamentos, a pessoa é 'sacudida', como alguém com preguiça de exercitar-se, mas, ao soar de um apito de ordem, levanta-se e começa a atividade corporal.
A metralhada de informações, discussões, teses, enfim, de abertura de olhos, faz com que a pessoa se detenha um momentinho e pense a respeito. Eis a valia.
Estamos em um ano de eleição nos âmbitos estadual e federal. É importante que o eleitor observe as notícias e o histórico dos mandatos que se findam e pense sobre o novo voto que proferirá em outubro. E nesse particular, política e crítica atenta aos políticos com mandato em vigência, proliferam-se informações 'sociais'.
Fica-se sabendo de muita coisa, são informações preciosas e serem consideradas, assim como funcionam de pressão popular a mudanças, à melhora do país e da vida dos votantes.
Controla-se muito mais atualmente, tem-se mais meios para isso. Vamos aproveitar.