Dia desses, ouvi dizer que há a ideia atual de que tal modelo de noticioso está ultrapassado e tedioso, desgastando a paciência e a concentração do ouvinte.
Nada disso. Quem quer se informar, escuta, mesmo que fazendo à concomitância de outras coisas, como dirigindo, comprando no súper, correndo na praça, no banheiro e etc. Mas este é o diferencial do rádio, a autossuficiência deste meio de comunicação, dinâmico e independente de interação.
Afora o correspondente, tudo mais são informações bombardeadas a quem ouve; muita notícia e pouca digressão. Portanto, a audiência para quem quer se pôr a par das novas é sobretudo dos correspondentes, deixando a repetição e demais notícias de somenos importância ladeadas para, quem sabe, ouvir música (que entretém igualmente).
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