
Quem se propõe a escrever, com liberdade de tema, escolhe entre a diversidade de assuntos, os que prefere. E se (auto)veta outros que não lhes soam bem. Razão pela qual, acaba repetindo temas, falo por experiência própria.
Há diferença quando o traçado de umas linhas é sobre um tema encomendado; melhor ainda quando o enfoque é preproposto. Aí, até se escreve sobre aquele argumento 'desagradável' que em condições favoráveis não se falaria nada.
Comportamento sexual - e digressões acerca de -, por exemplo, não me entusiasmam a escrita. Ao contrário. Aliás, desgosta-me tanto quanto ler a respeito, ou mais.
Trata-se de temática para intramuros, palavrório de cochichos, conversa de 'à boca pequena'. Não é o causo de as pessoas travarem, aos brados, discussões. Eu não deixaria ter entrado na quadre de programação aquele programa que tinha, ou ainda tem, sexta-feira de noite no 12. Que rateada, heim Fernanda Lima?
Mas sério, faz parte de algum fetiche falar e se expor e versar sobre a temática sexual. Não vejo outra explicação. Da mesma forma, que se presta a assistir/ver/ler a respeito.
A teoria é que a pessoa vai 'aprendendo com a experiência' alheia. Papo furado. O que serve para uma, não tem que servir para a outra pessoa. Não tem nada a ver. A mesma situação é ver alguém torcendo na assistência de um jogo de futebol esbravejando e com a boca suja de palavrões. Quem disse que esse tem que ser o modelo, o padrão, de torcida? Ou por que tenho que, quando tomar tequila, por limão e sal grosso na boca e tomar de gute-gute?
Nada disso. A experiência de cada um não interessa. E nem o que a Susana Vieira ou a mais especialista pessoas 'na arte dos lençois' faz. Não se precisa saber como agir, não há uma cartilha do correto.
Ou seja, não é um bom assunto; portanto, não calha perder tempo com ele. E nem assistir Ninfomaníaca.
Nenhum comentário:
Postar um comentário