Não sentaria ali
Debaixo dessa frondosa árvore,
Quiçá um Ipê,
Tenho impressão que é.
Eu não!
Tem sombra vasta,
Bem sei,
E a invejo sob as nesgas
De sol forte,
Porém vi cair,
Dias desses,
Galhos podridos.
E não foi galhinho;
Era um galhão
Que por sorte pegou em nossa ninguém.
Se pega, estraga.
Eu que não sento ali.
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