quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O gênio e um sono para agora

Na obscuridade egocêntrica,
A noite que homemageia Marte,
Foi iluminada pelo achado 
Da cobiçada lâmpada de Alladim
E dela, sem salamim
Ou binbim,
O pedido foi de obsequioso sono?!
Acontece que o gênio,
Sabido e advinho como é,
Percebeu que o passear,
Uma voltinha que fosse,
No súper seria melhor.
O ótimo a quem jurava sono
Ou Almejada só dormir.
Poxa, o Zaffari bem ali.
Por que não se chegar?
O sono pode esperar.
E, quem sabe, os três pedidos de sono,
Foram trocados por perenes
E futuros,
Passeios sozinho?
Quem sabe, quem saberá...

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