quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Perdoname. Perdonote.

Uma tese que defendo, depois de acontecimentos por mim vividos - e já há algum tempo - é que só pessoas com vinculação de bons sentimentos, com razaoável grau de intimidade até mesmo, podem brigar.
Aqueles que não se gostam, nem falo do gostar de casal, não podem bronquear. E não, porque a eventual existente relação entre eles acaba. Finda! Isso acontece as pessoas não pensam duas vezes nos motivos da briga, não sopesam o que fizeram de errado. 
E não cogitando de assumir seus erros, não se avalia e releva o mau jeito perpetrado pelo outro. Ou seja, o destrato é o que fica. Pois bem, então não fica carinho algum, podendo permanecer a relação de distinta natureza, como a profissional, por exemplo; porém, ainda assim, remanescerá de modo obtuso.
Já a quem é íntimo, perdoa-se em grande número das vezes em houve tropeço na civilidade relacional. Contudo, não sem que haja o devido pedido de desculpa que, por mais que soe como falso, restabelece a paz e o respeito entre pessoas que se querem bem.
Todavia, incorrer no equívoco repetidas vezes, fragiliza o relacionamento, ainda mais quando há respostas tortas e desamor com ira.
Desculpa-se aqui e ali, no entanto uma cicatriz fica. Mas nada como quando o pleito de desculpa aparece acompanhado de um beijinho.
Não hã quem resista, seja o desaforo que for. O problema é só ,  a assunção do erro vir com pedido de perdão de forna sincera e honesta...

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