Assisti o filme 2, que retrlata uma época de marasmo em suas vidas, quando já mais velhas, deixaram a vida se acomodar, com três inclusive casadas.
Para 'dar uma agitada' em seus viveres, acabam viajando a Abu Dhabi e se confrontando com a conservadora sociedade islâmica, em que mulheres devem ser bastante recatadas.
A comédia desenvolve-se nisso com bastante graça.
No entanto, enfoco a situação de uma delas em que, para não variar em quase toda relação, apesar de estar com quem gosta muito, está descontente por o marido 'estar muito acomodado' na visão dela, pois pensa em programas noturnos mais intimistas, como ficar em casa vendo filmes (antigos) e pedindo teleentrega para o jantar.
Ela, Carrie Bradshaw, quer mais. Pois bem, nessa viagem aos Emirados Árabes, se reencontra, por acaso, com um antigo namorado e com ele acaba saindo e jantando. Surgiu um clima de reminiscências e de flerte, finalizando-se o encontro com um beijo na boca.
Arrependida, toma a decisão de telefonar e contar ao companheiro, Mr. Big. Ele recebe a notícia secamente, expondo seu descontentamento, ainda que não expresso.
Ao retornar à Nova Iorque, ele não foi recebê-la, custando tempão depois de sua chegada para aparecer em casa.
Aí, tiveram uma conversa. E o comportamento dele chamou atenção.
Foi modelar, perdoou-a e fê-la entender que o mais importante na relação conjugal é o sentimento, forte, de amor recíproco e que o deslize dela, a insatisfação dela igualmente, são percalços, são contrariedades pontuais numa vida a dois, em que gente (tão) diferente passa a conviver.
Eis a lição relevante que se extrai do filme ;Carrie passou a ver o sofá e a tevê nova que ganhou dele com outros olhos.
Ponhamo-nos a pensar, pois. Seremos melhores e mais maduros.

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